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A realidade é o que fazemos dela…


Imagine a seguinte situação:

“De manhã, acorda, faz a higiene pessoal, veste-se, vai tomar o pequeno-almoço e mesmo no final do pequeno-almoço derrama café em cima da roupa”.

Perante esta situação poderá pensar e agir de diferentes formas:

Opção A – Se o(a) X (pessoa que vive consigo) já tivesse adiantado o pequeno-almoço, eu não tinha de fazer tudo a correr e não me teria sujado…

Opção B – Não tenho sorte nenhuma… Ainda por cima já estou atrasado(a). O dia começa mal e vai continuar mal, já sei.

Opção C – Bem… tenho de ir trocar rapidamente de roupa para não me atrasar.

A pessoa que se identifica com a Opção A tem uma interpretação negativa da situação, vê a situação como um problema, culpa um elemento exterior para o sucedido. Viverá sentimentos negativos, que lhe afetarão o humor e perturbarão a si próprio e quem o rodeia.

A pessoa que se identifica com a Opção B tem uma interpretação negativa da situação, vê a situação como um problema, culpa-se pelo sucedido, numa postura de vitimização. Viverá sentimentos negativos e de pessimismo, que lhe afetarão o humor e perturbarão a si própria.

A pessoa que se identifica com a Opção C tem uma interpretação positiva da situação, vê a situação como um desafio e foca-se automaticamente na solução. Viverá sentimentos positivos e não é isso que lhe vai estragar o início do dia.

SOMOS NÓS QUE CONSTRUÍMOS A NOSSA REALIDADE.

A forma como olhamos para o que nos acontece e a forma como interpretamos os factos fazem toda a diferença na forma como sentimos e agimos, connosco próprios e com os outros.

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